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Há uma grande variedade de produtos à venda que garantem remover manchas ou deixar seu automóvel mais limpo.
Nem sempre eles cumprem o que prometem.
Saiba, porém, que há muitas manchas que você mesmo pode tirar do seu carro sem precisar colocar a mão no bolso, recorrendo apenas a produtos utilizados em casa e no dia a dia.
Com eles, é possível recuperar o brilho e o bom aspecto do veículo.
Espantado? Então tente fazer esses pequenos milagres usando, por exemplo, pó de café, arroz, espuma de barbear ou detergente de lavar louça.
Que tal, então, esfregar uma cebola no vidro?
Você pode usar também refrigerante de cola para limpar marcas provocadas pelo asfalto ou gelo para descolar chicletes do tecido dos bancos.
Tente! Os resultados são surpreendentes.
Vidro acebolado
Se algum vidro de seu carro estiver manchado com marcas de água, faça este truque: Lave a superfície com água e, em seguida, limpe-a com jornal.
Depois, corte uma cebola (sim, uma cebola!) ao meio e passe-a no vidro, de preferência em movimentos circulares.
Adeus manchas.
Adeus fedor
Há vários produtos no mercado que se dispõem a acabar com os odores dentro do carro, mas há receitas alternativas bem mais baratas, como por exemplo:
Colocar uma tigela de café no interior do veículo logo que sentir um cheiro desagradável no habitáculo.
Você também pode substituir o pó de café por farinha, que tem o mesmo efeito.
Não vai demorar muito para o odor desaparecer.
Arroz "soltinho"
O arroz é o produto ideal para eliminar a umidade existente dentro do automóvel.
Ele funciona como uma espécie de desumidificador.
Coloque um recipiente contendo arroz no veículo e deixe-o por algumas horas.
Depois disso, o habitáculo ficará sem a umidade que pode provocar mau cheiro.
Espuma de barbear nos bancos
Manchas de chocolate ou de iogurte nos bancos do carro podem ser removidas esfregando uma esponja com espuma de barbear e passando um pano seco em seguida. Esse tipo de mancha também sai do tecido dos bancos com a aplicação de um xampu para cabelos normais.
Use da mesma forma uma esponja e um pano seco.
Lava louças na carroceria
Se você costuma lavar seu carro nos fins de semana, uma boa dica: um ótimo produto, vindo diretamente da cozinha de sua casa, é o detergente de lavar louça.
Ele é capaz de remover toda a sujeira da lataria e deixá-la brilhando para o seu passeio. Passe o líquido principalmente em pontos onde a sujeira está mais grudada no carro.
Frio e calor contra a goma de mascar
Dois truques muito eficazes para remover os chicletes que, às vezes, a criançada deixa no banco: aplique uma bolsa de gelo sobre o local para amolecer o chiclete. Ou faça o contrário: use um secador de cabelo até secar completamente a guloseima.
Com isso, fica mais fácil levantá-la do tecido e retirá-la com um papel do tipo mata-borrão.
Refrigerante e óleo de bebê nos pára-choques
As manchas de asfalto que costumam ficar na parte de baixo do pára-choque do carro podem tranquilamente ser eliminadas com óleo de bebê em uma esponja.
No entanto, há outra maneira bastante original: as mesmas manchas podem ser removidas com refrigerante de cola.
Utilize também uma esponja para esfregar no carro e depois um pano para limpar.
 
A cadeirinha infantil é um equipamento fundamental para reduzir o risco de morte em acidentes ou na desaceleração repentina do veículo.
O Inmetro (órgão de metrologia e certificação) recomenda aos pais e responsáveis que façam a instalação das cadeirinhas de forma correta.
De acordo com o órgão, é fundamental seguir todas as orientações contidas nos manuais para evitar surpresas desagradáveis.
Saiba como usar corretamente a cadeirinha infantil e proteger seus filhos vendo o vídeo abaixo.

 
Alguns cuidados especiais são importantes para manter o brilho e a proteção da pintura do carro.
A Rodabrill, especializada em limpeza automotiva, divulga alguns cuidados importantes que você deve ter com a pintura do seu veículo. Confira:
- Sempre que possível, estacione seu automóvel em locais fechados, protegidos de sereno ou nevoeiro. Caso isso não seja possível, jogue um pouco de água para tirar a camada mais grossa de poluição que se mistura à água do sereno durante a noite e lave com freqüência o carro, para evitar que a sujeira fique impregnada;
- Mantenha a superfície do carro encerada e prefira produtos que tenham carnaúba ou proteção contra raios UV em sua formulação. A cera facilita a lavagem e forma uma camada protetora na superfície;
- Evite a aplicação de produtos com solventes, eles podem deixar resíduos que misturados aos poluentes, atacam a pintura (Exemplos: "limpa baú" e desengraxantes fortes). O ideal é usar água e sabão neutro, ou melhor ainda, a lavagem a seco;
- Cuidado com fezes de pássaros e outros dejetos orgânicos como seiva de árvore: o ácido corrói a pintura a longo prazo. Por isso não deixe que esses resíduos grudem e sequem sobre a superfície da pintura. Lave com água corrente e sabão neutro, evitando assim estragos e prejuízos futuros;
- Mantenha os vidros limpos, pois sua superfície costuma acumular ácido, fuligem, poluição e a sujeira do meio ambiente;
- Aplique produtos de proteção nas partes plásticas externas e internas, que hidratam o plástico e renovam o brilho. Caso a superfície esteja esbranquiçada, use produtos especialmente formulados para recuperar o brilho;
- É importante hidratar o couro, mas antes recomenda-se a higienização do carro para facilitar a ação do hidratante;
- Evite deixar o carro muito tempo fechado. Ao estacioná-lo em locais fechados, mantenha ¼ do vidro aberto, para facilitar a circulação do ar.
 
Veículos 1.0 são alternativas comuns para quem deseja se tornar independente do transporte público e partir para o mundo do carro particular.
O consumidor faz questão que ele seja econômico (o que justifica a escolha de um modelo com propulsor de baixa cilindrada) e, ao mesmo tempo, quer ter alguns luxos, como o ar-condicionado e direção hidráulica.
O fato é que, originalmente, os propulsores 1.0 foram desenvolvidos para transportar uma carroceria leve (sem muitos equipamentos) para que se locomovam sem gastar muito (característica que é o argumento de venda desta categoria).  
 
Equipar um veículo com opcionais gera incontestáveis melhorias para o conforto, mas também tem seu lado negativo: pode sacrificar o desempenho e o consumo de combustível.
O consumidor deve comprar um veículo cujo motor e opcionais atendam seus anseios e condições. É necessário avaliar se vale a pena abrir mão do conforto que uma direção hidráulica e ar-condicionado promovem para rodar alguns quilômetros a mais com um litro de combustível. Cabe a cada um responder por si.
É importante ter em mente que especialmente em motores 1.0, cujo rendimento é mais limitado, a adição de componentes compromete o desempenho do automóvel, que demandará mais espaço e cuidado na hora de realizar ultrapassagens, especialmente em estradas. A diferença na distância percorrida e no tempo necessário para acelerar, encontradas em testes entre as versões, pode ser a necessária para evitar um acidente.
O sistema de freios ABS é um componente que pode evitar desde pequenas dores de cabeça a até uma tragédia e, de todos os sistemas que um automóvel pode receber, este, comprovadamente, é um dos mais merecedores de seu investimento.

 

 
Na hora de financiar um carro o consumidor faz as contas para saber quanto vai pagar por mês: na maioria das vezes, o que determina a compra é o valor da prestação.
Muita gente, no entanto, esquece que o carro tem outras despesas além da prestação mensal. Em muitos casos, o custo é pesado, o valor da despesa mensal pode ser maior do que o da prestação.
Segundo a Agência Auto Informe, que faz o levantamento de todos custos que o motorista tem para andar e fazer a manutenção do carro, o gasto mensal de um motorista com um carro pequeno (seminovo) é de R$ 815,52.
Em um ano, portanto, o motorista gasta quase R$ 10 mil. Isso fora o valor da prestação e de eventuais despesas com equipamentos e acessórios. O valor exato, considerando o último levantamento de preços da Inflação do Carro, em outubro, é de R$ 9.786,24 por ano.
A maior parte da despesa é com combustível. Álcool e gasolina representam 30,6 por cento do gasto total que o motorista tem com o carro, ou R$ 2.990,18 no período de 12 meses. Os outros R$ 7 mil são gastos com peças de reposição, serviços, impostos e seguros.
Depois do combustível, o item que dá mais gasto ao motorista é o seguro. Ele representa nada menos do que 22,6 por cento das despesas totais, ou R$ 184,58 por mês. Quer dizer: dos R$ 9.786,24 gastos por ano para manter o carro, R$ 2.214,96 são destinados à seguradora.
Outro item que pesa muito no bolso do motorista é o estacionamento. Segundo o estudo, o dono do carro gasta, em média, R$ 1.428,00 por ano em garagem ou estacionamento mensal, ou 14,6 por cento de todas as despesas que o motorista tem com o carro. Nesse valor não está incluído o estacionamento eventual, por hora, que o motorista usa quando se desloca na cidade.
Já as peças de reposição - cujos preços normalmente assustam o consumidor e podem até definir a mudança de marca na hora da compra, formam o segundo item mais barato da cesta de produtos e serviços da Inflação do Carro.
Para fazer a troca de todas as peças de desgaste do carro, de forma preventiva, o motorista gasta R$ 1.766,81 por ano. Quer dizer, com R$ 147,24 por mês ele tem acesso a tudo o que precisa para comprar as peças de reposição, incluídos aí itens caros, como o jogo de pneus (R$ 22,78 mensais) e a embreagem (R$ 23,63) e também peças que são trocadas com mais frequência e que custam menos de R$ 5,00 por mês, como filtro de ar (R$ 5,31), filtro de óleo (R$ 4,97) e jogo de velas (R$ 3,24).
Os serviços usados para rodar e fazer a manutenção do carro custam mais do que as peças. O motorista gasta R$ 2.300,25 por ano em serviços automobilísticos, o que representa 23,5 por cento das despesas totais com o carro. De lavagem, balanceamento e alinhamento são gastos R$ 30,00 por mês. Os impostos (IPVA e licenciamento) representam 5,3 por cento das despesas totais.
Para o cálculo das despesas, foi levado em conta o uso normal de um carro seminovo, da categoria pequenos, por uma família de classe média, em São Paulo.
 
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