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Brasília - DF -
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Veículos 1.0 são alternativas comuns para quem deseja se tornar independente do transporte público e partir para o mundo do carro particular.
O consumidor faz questão que ele seja econômico (o que justifica a escolha de um modelo com propulsor de baixa cilindrada) e, ao mesmo tempo, quer ter alguns luxos, como o ar-condicionado e direção hidráulica.
O fato é que, originalmente, os propulsores 1.0 foram desenvolvidos para transportar uma carroceria leve (sem muitos equipamentos) para que se locomovam sem gastar muito (característica que é o argumento de venda desta categoria).
Equipar um veículo com opcionais gera incontestáveis melhorias para o conforto, mas também tem seu lado negativo: pode sacrificar o desempenho e o consumo de combustível.
O consumidor deve comprar um veículo cujo motor e opcionais atendam seus anseios e condições. É necessário avaliar se vale a pena abrir mão do conforto que uma direção hidráulica e ar-condicionado promovem para rodar alguns quilômetros a mais com um litro de combustível. Cabe a cada um responder por si.
É importante ter em mente que especialmente em motores 1.0, cujo rendimento é mais limitado, a adição de componentes compromete o desempenho do automóvel, que demandará mais espaço e cuidado na hora de realizar ultrapassagens, especialmente em estradas. A diferença na distância percorrida e no tempo necessário para acelerar, encontradas em testes entre as versões, pode ser a necessária para evitar um acidente.
O sistema de freios ABS é um componente que pode evitar desde pequenas dores de cabeça a até uma tragédia e, de todos os sistemas que um automóvel pode receber, este, comprovadamente, é um dos mais merecedores de seu investimento.